Antes de ir direto para o tema dessa postagem, preciso dizer que esse texto não é só uma humilde análise do último filme, mas também uma explicação sobre a franquia Mad Max.
Mas se você já conhece essa série mas ainda não viu o último filme, pode ir direto ao segundo subtítulo.
O cinema dos Estados Unidos passa por uma fase em que a maioria dos filmes blockbusters são reinícios ou continuações de franquias antigas que tiveram muito sucesso a muito tempo atrás. Mad Max foi um dos grandes sucessos do cinema nos anos 1970 e 1980, e entrou para essa lista de franquias reapresentadas nas grandes telas nos dias de hoje.
Participante de uma tendência.
Para quem não conhece essa franquia, Mad Max seguiu uma tendência da literatura e do cinema do final dos anos 1970 e dos anos 1980: das distopias futuristas e pós-apocalípticas.
Na história dos três primeiros filmes estrelados por Mel Gibson, Max é um policial que tenta sobreviver em um mundo que perdeu o respeito, a dignidade, sua natureza, a ordem e a moral. No primeiro filme só tem o caos social, mas no segundo e no terceiro, o mundo já passou por uma guerra nuclear e acabou de vez.
Ele virou um deserto e as pessoas se matam por combustível, água e poder.
Na história dos três primeiros filmes estrelados por Mel Gibson, Max é um policial que tenta sobreviver em um mundo que perdeu o respeito, a dignidade, sua natureza, a ordem e a moral. No primeiro filme só tem o caos social, mas no segundo e no terceiro, o mundo já passou por uma guerra nuclear e acabou de vez.
Ele virou um deserto e as pessoas se matam por combustível, água e poder.
Os países não existem mais, os criminosos dominam de vez. Max então deixou de ser um policial para ser um mero sobrevivente viajante.
No primeiro filme, ele perde sua família, no segundo, quando o mundo já caiu de vez, tem o seu carro e seu cachorro. Eles viajam por um deserto cortado somente por estradas. Já no terceiro filme, as estradas já desapareceram, a areia desértica tomou conta de quase tudo, e ele não tem mais seu cachorro, nem seu carro, não tem mais nada. Suas roupas viraram trapo e ele somente anda pelas areias, ainda lutando contra a violência e a desordem do mundo degradado.
É uma história muito triste e que faz a pessoa pensar em como algo assim poderia acontecer na realidade, pensando no que nós podemos fazer no mundo real para evitar que uma coisa dessa aconteça.
No primeiro filme, ele perde sua família, no segundo, quando o mundo já caiu de vez, tem o seu carro e seu cachorro. Eles viajam por um deserto cortado somente por estradas. Já no terceiro filme, as estradas já desapareceram, a areia desértica tomou conta de quase tudo, e ele não tem mais seu cachorro, nem seu carro, não tem mais nada. Suas roupas viraram trapo e ele somente anda pelas areias, ainda lutando contra a violência e a desordem do mundo degradado.
É uma história muito triste e que faz a pessoa pensar em como algo assim poderia acontecer na realidade, pensando no que nós podemos fazer no mundo real para evitar que uma coisa dessa aconteça.
O primeiro filme foi lançado em 1979, o segundo em 1982 e o terceiro em 1986. O terceiro foi aquele que promovou Mel Gibson de vez para o mundo das grandes estrelas.
O filme de 2015.
Pode-se dizer que a tecnologia atual melhorou o aspecto e a ação que Mad Max tem o objetivo de passar.
As corridas com veículos turbinados e alterados, as figuras com aparência "louca" e escrachada, e o deserto ensolarado, ficaram mais realistas e até mais genuínos no último filme do que na trilogia original.
A história é toda razoável, desde a proposta até o que teve na prática, e tudo se resumiu a dois pontos simples.
Primeiro eram mulheres de um líder local que fugiram dele para irem para um lugar melhor. Max acabou se envolvendo nisso e as ajudou nesse objetivo.
Depois, ao verem que o lugar prometido não existia mais, voltaram para onde saíram depois de matarem o líder. Nesse final, a personagem de Charlize Theron virou a nova líder nessa comunidade. Esse foi o aspecto em que o filme mais pecou.
Todo o ambiente, a proposta de Mad Max e os personagens, davam possibilidade para alguma coisa mais criativa. Principalmente para uma franquia antiga, que precisava mostrar alguma coisa nova e que só voltou depois de 31 anos. Tom Hardy teve uma atuação "aguada", não deu muita vida ao personagem com sua seriedade e melancolia sem "peso". É assim que é o Max mesmo, mas dá para ser bom com um personagem assim.
A seriedade chata de Max com ele interpretando foi um pouco ruim para o filme.
A atuação acima da média foi feita por Charlize Theron.
Ela sim apresentou uma personagem braba, valente, e com a combinação de sensibilidade e agressividade perfeita.
Uma personagem forte.
A necessidade era de mostrar uma fera com um corpo frágil e coragem no meio do caos e ela conseguiu fazer isso muito bem.
Os vilões foram bons com relação as suas aparências terríveis e as suas ações, mas com interpretações fracas de alguns atores.
Para finalizar, o filme é muito grande para o padrão atual.
Talvez eu só tenha tido essa sensação porque o filme foi 90% do tempo combates com corridas motorizadas e com um único objetivo.
Isso já é uma coisa que pode ser boa para muitos e também ruim para muitos.
Para mim, sinceramente, foi ruim.
O problema foi o excesso.
Eu recomendo esse filme para quem gosta muito da franquia ou de cenas de ação.
A nota para o filme é: 5,6.
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Muito obrigado pela leitura e até a próxima!










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